Para que as partidas não tenham duração sem limite, inventou-se um mecanismo para cronometrar o tempo gasto pelos adversários, de modo a dar a vitória àquele que não ultrapassou o limite dado, no caso de a partida não acabar em xeque mate.
O equipamento é relativamente simples e consiste na colocação de dois cronômetros, um para cada adversário. Após efetuar o lance, basta acionar o interruptor do dispositivo para que o tempo do jogador pare de correr e somente o do adversário seja marcado.
Inúmeras formas de se controlar o tempo durante as partidas foram sendo inventadas, havendo infindáveis modelos de torneios.
Os ritmos mais usados são assim resumidos (desprezando-se as variações e regras específicas):
– Relâmpago (ou blitz): até 10 minutos para cada um completar a partida
– Rápido: acima de 10 minutos e até 1 hora para cada
– Pensado (acima de 1 hora para cada).
Inicialmente foram usados apenas relógios analógicos, com marcadores por meio de ponteiros. Este mecanismo não permitia a completa precisão dos tempos marcados e também não admite que seja acrescentado tempo após um determinado lance, o que somente foi implementado após o surgimento dos relógios digitais.
